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Paim aponta aumento da pobreza e cobra ações do governo em favor da saúde pública e da
quarta-feira, 20 de maio, 2020

O senador Paulo Paim (PT-RS) cobrou do governo federal, em pronunciamento nesta terça-feira (19),  a implementação de políticas públicas capazes de ativar a economia e garantir emprego e renda. Ele pediu um consenso nacional para combater os efeitos da pandemia. E chamou atenção para o aumento da população mais pobre no país. O senador acusou o governo Bolsonaro de, ao desprezar medidas restritivas de proteção à saúde, prejudicar não só a saúde pública em meio à pandemia, mas a própria economia. Também apontou  a falta de iniciativa do governo para responder "com sinceridade” à crise econômica provocada pela pandemia da covid-19.

 

Paim defendeu o diálogo e a solidariedade como forma de o país superar a crise, e advertiu que, segundo especialistas, o Brasil chegará a 20 milhões de desempregados devido à pandemia.

 

— O Brasil não vai sair de toda essa crise se negar à conjunção de ideias sociais, humanistas e populares, resguardadas por uma concertação nacional que chame a todos, a todos mesmo, para o diálogo e para a solidariedade. A democracia dos nossos sonhos não combina com pobreza e com miséria. Os trabalhadores e o meio produtivo sério esperam de todos nós essa compreensão — enfatizou.

 

Extrema pobreza

Paim afirmou que a parcela mais desamparada da sociedade não pode ser ignorada. Ele citou dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) segundo os quais, devido à pandemia da covid-19, o número de pessoas em situação grave de fome no mundo pode dobrar para 265 milhões.

 

Ainda conforme esses dados, o mundo poderá ganhar mais de meio bilhão de pessoas na pobreza, sendo mais de 54 milhões deles na América Latina.

 

O senador também destacou que dados do Banco Mundial apontam que o Brasil poderá ter mais de 5 milhões de pessoas na extrema pobreza ainda em 2020, vivendo com menos de U$ 2. Além disso, frisou Paim, há no Brasil 50 milhões de pobres e mais de 45 milhões de trabalhadores na informalidade, sem nenhum direito trabalhista e proteção social.

 

Agência Senado

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